Comecemos pelos principais mercados e bolsas:
O acordo de autoridades europeias para o segundo pacote de socorro à Grécia foi recebido sem muito entusiasmo nas principais bolsas da Ásia nesta terça-feira, diante de temores de que seja apenas um remédio de curto prazo para o problemático país da União Europeia. A reação dos mercados de ações e de commodities à aprovação do resgate de 130 bilhões de euros para a Grécia, com condições estritas, foi mista. O acordo vai permitir a Atenas lançar um swap de bônus com investidores privados para ajudar a reduzir e reestruturar as dívidas, mas analistas alertaram que o acordo pode apenas postergar um default em alguns poucos meses.
Ou seja, ninguém mais está comprando Grécia, já é carta marcada! O melhor remédio será o próprio tempo. O tempo vai provar ou não, se os resgates foram suficientes, se o governo grego e a UE e o FMI agiram corretamente. A questão é que um país altamente endividado não tem tempo a perder.
O índice da Bolsa de Seul encerrou com oscilação negativa de 0,03 por cento e o de Taiwan caiu 0,42 por cento. Na China, o índice referencial de Xangai subiu 0,75 por cento. Em Hong Kong, o principal índice subiu 0,25 por cento. Nos dois casos, os mercados foram impulsionados pelo desempenho de ações do setor financeiro.
Pelo menos as bolsas europeias estão otimistas em relação à elas mesmas. Fecharam em alta diante da expectativa de ajuda à Grécia.
O FTSE 100 de Londres ganhou 0,68%, a 5.945,25 pontos.
Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX 30 terminou também com ganhos (+1,37%), a 6.948,25 unidades.
Em Paris, o índice CAC 40 avançou 0,96%, a 3.472,54 unidades.
Em Madri, o índice IBEX 35 teve alta de 1,86%, a 8.818,10 pontos.
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