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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Às vezes a viagem é melhor do que a chegada ao destino

Existe a preocupação (eu digo que existe a certeza) de que em algum momento no futuro a Grécia será forçada a pedir mais dinheiro ou dar um calote, disse Peter Dixon, estrategista do Commerzbank em Londres.

O resgate já estava precificado há semanas, mas talvez a monotonia de se fazer apenas o acordado tenha sido muito pouco.

Em Milão, o índice FTSE MIB caiu 13,36 pontos, ou 0,08%, para 16.710,86 pontos. O IBEX 35, da Bolsa de Madri, recuou 51,00 pontos, ou 0,58%, para 8.767,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 39,60 pontos, ou 0,70%, para 5.601,69 pontos. O ASE, da Bolsa de Atenas, recuou 28,62 pontos, ou 3,47%, para 797,13 pontos. As informações são da Dow Jones.

Nos EUA as bolsas fecham estáveis, acredito que isso se deva muito mais à sua própria sinergia do que à Europa no momento.
Detalhe importantíssimo:

"A Grécia não corresponde a uma grande parcela da economia europeia, então não conduz sozinha a dinâmica da região, mas o que acontecer por lá terá efeitos simbólicos para Espanha, Itália e Portugal, oferecerá um mapa para como as coisas podem ser resolvidas", disse Jason Pride, diretor de estratégia de investimentos da Glenmede.


Resumindo: qualquer país da zona do euro, dadas certas condições, pode ter até 53,5% de desconto em sua dívida pública, mas só nesse final de semana! "Zona" do euro, dedicação total a você! 




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