É impressionante o desempenho do DOW JONES nas últimas semanas!
A Europa em recessão pesada e sem a menor perspectiva de melhora, a China retrocedendo seu crescimento, gigantes como Vale do Rio Doce e Petrobrás sentindo muito a falta de demanda do mercado externo e o que o Dow Jones faz? A estabilidade da economia norte-americana em tempos de crise (dos outros) é de se tirar o chapéu. Época é perfeita para nosso Banco Central tirar férias, o Dólar sobe quase que por osmose, fica na casa dos 1,8 e todos ficam felizes.
A diminuição da Selic embora necessária, preocupa, pois o tiro pode sair pela culatra. Um dos objetivos é incentivar capital estrangeiro tão especulativo a migrar para setores primários e secundários da nossa economia, seriam investimentos de médio e longo prazo menos voláteis ao humor da economia global, nos tornaríamos um pouco menos reféns, o PIB aumentaria, juntamente com o aumento das frentes de trabalho, a inflação tenderia a crescer também, mas estaríamos em linha com o resto do mundo, "Selic abaixa, inflação aumenta", não os dois subindo juntos como temos visto hoje. Entretanto, temos que esse capital terá fatalmente outro destino, ou a POUPANÇA, ou até mesmo algum outro país emergente mais atrativo, temendo o inevitável o que o governo Dilma faz? Estuda a possibilidade de tarifar a poupança acima dos 50 mil. É brincadeira!
Isso que dá o BC tirar férias...
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sábado, 28 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
As incertezas do velho continente
Espanha admite estar em “momento delicado” ... ah vá !!!
No último final de semana assiste “A Dama de Ferro”, um bom filme que conta bem por alto a história de Margareth Thatcher, a primeira mulher a ser primeira-ministra do Reino Unido.
Ao liderar o governo do Reino Unido, Thatcher estava determinada a reverter o que via como o declínio nacional de seu país. Suas políticas econômicas foram centradas na desregulamentação do setor financeiro, na flexibilização do mercado de trabalho e na privatização das ineficientes empresas estatais.
Durante o seu governo conseguiu reduzir a inflação e melhorar a cotação da libra esterlina. No entanto, diminuiu a produção industrial, com o consequente incremento do desemprego, triplicado desde a sua subida ao poder. Proliferaram também as quebras de empresas e bancos.
Tudo isso deveu-se à austeridade que acompanhou a sua administração, dado que o objetivo de reduzir a inflação era prioritário.
Resguardadas as devidas proporções, o que acontece hoje com alguns países da “zona” do euro é estranhamente parecido.
A ordem é diminuir os gastos! Não importa a que preço! Muitos dirão, mas e as greves dos sindicatos e as manifestações do povo? Não importa! Mas e o índice de desemprego? Faz parte! Mas e a recessão? Será temporária! Mas e os suicídios que temos acompanhado? Para se fazer um bom omelete é necessário quebrar alguns ovos. Até exclamarão MEU DEUS!!! E a vergonha de abrirmos as pernsas para a União Europeia (Alemanha)? Já foi...
No último final de semana assiste “A Dama de Ferro”, um bom filme que conta bem por alto a história de Margareth Thatcher, a primeira mulher a ser primeira-ministra do Reino Unido.
Ao liderar o governo do Reino Unido, Thatcher estava determinada a reverter o que via como o declínio nacional de seu país. Suas políticas econômicas foram centradas na desregulamentação do setor financeiro, na flexibilização do mercado de trabalho e na privatização das ineficientes empresas estatais.
Durante o seu governo conseguiu reduzir a inflação e melhorar a cotação da libra esterlina. No entanto, diminuiu a produção industrial, com o consequente incremento do desemprego, triplicado desde a sua subida ao poder. Proliferaram também as quebras de empresas e bancos.
Tudo isso deveu-se à austeridade que acompanhou a sua administração, dado que o objetivo de reduzir a inflação era prioritário.
Resguardadas as devidas proporções, o que acontece hoje com alguns países da “zona” do euro é estranhamente parecido.
A ordem é diminuir os gastos! Não importa a que preço! Muitos dirão, mas e as greves dos sindicatos e as manifestações do povo? Não importa! Mas e o índice de desemprego? Faz parte! Mas e a recessão? Será temporária! Mas e os suicídios que temos acompanhado? Para se fazer um bom omelete é necessário quebrar alguns ovos. Até exclamarão MEU DEUS!!! E a vergonha de abrirmos as pernsas para a União Europeia (Alemanha)? Já foi...
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Todos os mercados, sem excessão, estão voltando para a realidade, os ganhos exorbitantes de janeiro e fevereiro foram infundados, março ficamos de lado, em abril devolvermos tudo!
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Bolsas Asiáticas
Que eu faço, vou ou não vou?
As Bolsas asiáticas caíram nesta segunda-feira, mas as perdas foram contidas depois da divulgação de um relatório que mostrou que a atividade industrial chinesa se estabilizou em abril, aliviando preocupações sobre uma forte desaceleração na segunda maior economia do mundo.
Muitas vezes o sentimento do mercado asiático é o de pura incerteza; acompanho a tendência global ou olho para a China, Índia e Japão? A segunda maior economia do mundo é a segunda maior autonomia também? Ou está com o rabo mais preso que a Grécia?
As Bolsas asiáticas caíram nesta segunda-feira, mas as perdas foram contidas depois da divulgação de um relatório que mostrou que a atividade industrial chinesa se estabilizou em abril, aliviando preocupações sobre uma forte desaceleração na segunda maior economia do mundo.
Muitas vezes o sentimento do mercado asiático é o de pura incerteza; acompanho a tendência global ou olho para a China, Índia e Japão? A segunda maior economia do mundo é a segunda maior autonomia também? Ou está com o rabo mais preso que a Grécia?
domingo, 22 de abril de 2012
Resumo comentado das notícias da semana
NA CBN
Argentina expropria YPF e abre crise diplomática - De forma arbitrária e sem negociações, o governo de Cristina Kirchner decidiu esta semana expropriar 51% das ações da petrolífera YPF, da espanhola Repsol. A Espanha, que passa por problemas econômicos sérios, reagiu, prometendo retaliações. A UE também deve fazer alguma coisa. Esse tipo de medida quebra a confiança dos investidores. As ações da empresa despencaram.
Nada foi feito contra a Petrobras, que também está lá, mas hoje o ministro argentino de Planejamento, Julio de Vido, que passou a ser interventor na YPF, o ministro de Minas e Energia brasileiro, Edison Lobão, e a presidente da Petrobras, Graça Foster, se reuniram.
De Vido disse que não quer que a Petrobras substitua ninguém, mas quer que ela cresça na Argentina para ter 15% do mercado. Afirmou ainda que está negociando uma solução para o cancelamento da concessão de exploração do poço na província de Neuquén. Já Lobão disse que a Petrobras quer crescer e que a fatia de 15% do mercado argentino pode ser atingida com o tempo. Segundo ele, não há risco para a Petrobras lá.
BC corta Selic e bancos reduzem juros - Como era esperado, o Copom fez um corte de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros, agora em 9%. O comunicado indica que novos cortes podem ser feitos. O importante agora é a ata do Copom, que sairá na semana que vem, que deve trazer pistas dos próximos passos da autoridade monetária.
Os principais bancos, Bradesco e Itaú Unibanco, anunciaram esta semana redução nas taxas de juros, o que é bom para o consumidor, que pode comparar e ficar com o financiamento mais barato. Após a decisão do Copom de cortar a Selic, BB e Caixa voltaram a reduzir as taxas cobradas de empréstimos a consumidores e empresas.
Economia em queda pelo 2º mês - O BC divulgou essa semana seu Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, calculado pelo IBGE. Segundo esse indicador, a economia encolheu 0,23% em fevereiro em relação a janeiro, o que representa a segunda queda seguida.
CPI do Cachoeira - Na quinta-feira, foi criada uma CPI mista no Congresso para investigar as ligações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos e empresários.
Cúpula das Américas - No fim de semana passado, chefes de Estado de países americanos se reuniram em Cartagena, na Colômbia, mas o encontro foi considerado um fracasso. Perdeu-se a oportunidade de fazer algo mais sólido para a integração da região, porque os países ficaram brigando por coisas ultrapassadas (Cuba e Malvinas).
China começa a mudar, bem lentamente, política cambial - Entrou em vigor na segunda-feira uma nova medida, permitindo que o yuan, a moeda chinesa, flutue 1% diariamente para cima ou para baixo em relação ao dólar, o dobro do que estava previsto antes. Como já falamos aqui, o yuan está artificialmente desvalorizado, o que torna os produtos chineses ainda mais competitivos no mercado internacional. Vários países estavam pressionando a China. O país deu o primeiro passo, mas ainda estabelece parâmetros para a flutuação do yuan.
Dólar sobe - A moeda americana está valendo quase R$ 1,90. BC vem comprando dólar e há aumento da aversão a risco nos mercados financeiros internacionais.
FMI divulga novas previsões - O Fundo estima que a economia mundial crescerá 3,5% este ano - a projeção anterior era de 3,3%, com os EUA avançando 2,1%, a China 8,2%, e o Brasil, 3%. A economia da zona do euro deve recuar 0,3%, segundo o FMI.
Banco Mundial tem novo presidente - O médico Jim Yong Kim, que tinha o apoio dos EUA, será o novo presidente do Banco Mundial. Ele é sul-coreano naturalizado americano. O candidato do Brasil era a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala. Desde que foi criado, na década de 40, o banco é presidido por um americano, enquanto um europeu fica à frente do FMI. Mas os países emergentes querem mudar isso.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
BCE e os Títulos
O BCE colocou seu programa de compra de títulos de novo em hibernação na semana passada
O uso do programa tem sido cada vez mais esporádico desde o início do ano
O uso do programa tem sido cada vez mais esporádico desde o início do ano, superado em importância como ferramenta de combate à crise no BCE por suas enormes injeções de financiamentos ultrabaratos, de três anos, que colocaram mais de 1 trilhão de euros no sistema bancário da zona do euro.
O uso do programa tem sido cada vez mais esporádico desde o início do ano
O uso do programa tem sido cada vez mais esporádico desde o início do ano, superado em importância como ferramenta de combate à crise no BCE por suas enormes injeções de financiamentos ultrabaratos, de três anos, que colocaram mais de 1 trilhão de euros no sistema bancário da zona do euro.
Injetar dinheiro na economia por si só não é a solução, essa liquidez barata que é transformada em inflação acompanhada de altos níveis de desemprego, joga o país na mais profunda recessão, pois ela não vem acompanhada de demanda agregada, ela vem acompanhada de suicídios!
Se nem o BCE está comprando mais títulos, imagina os investidores!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Movimentação do Ibovespa
09-04 Ibovespa Histórico do Dia:
Nosso índice abriu em forte queda de 1,73%, em linha com os mercados externos. A preocupação da desaceleração da China e os fracos dados de empregos dos EUA contaminaram os ânimos dos investidores. Meio dia a bolsa atenuou um pouco, 1,60% de baixa, com 1,2 bi de volume (muito baixo). Próximo das 14h00min o volume continuava baixo, apenas 2 bi e a cotação do índice estava próxima da abertura, 1,76% de baixa.
10-04 Ibovespa Histórico do Dia:
10-04 Ibovespa Histórico do Dia:
Mais um dia de queda por aqui também e parece que não tem fundo. Nosso índice abriu em baixa e próximo do meio dia já registrava 1,13% de prejuízo com 1,8 bi de volume, o que não é ruim, marcando 62.225 pontos (analistas afirmam que esse é um bom suporte). Bem, 12h10min perdeu o suporte no 62.000. Às 13h00min registrava queda de 2,05% com volume muito forte, 3,6 bi, analistas falaram que estava indo buscar os 60.000. Mercado fechou em queda de 1,88% a 61.738,28 pontos, com 7,4 bi de volume. O volume foi forte, acima da média, teve muita gente fechando posição e investindo em ativos de segurança.
11-04 Ibovespa Histórico do Dia:
11-04 Ibovespa Histórico do Dia:
Começou em boa alta, sinalizando que haveria um respiro hoje, depois de tantos dias devolvendo todos os ganhos de janeiro e fevereiro Entretanto, ao longo do pregão o mercado foi perdendo força até chegar aos -0,03% na parte da tarde. Fechamos realmente em queda, enquanto muitas bolsas conseguiram respirar um pouco, o Ibovespa reverteu forte sua posição e encerrou o dia em baixa de 0,72%, com 7,1 bi de volume (muito forte novamente na ponta vendedora).
Europa: Mais do mesmo
Resumo dos três últimos dias:
"Trata-se apenas de um ajuste técnico de curto prazo depois de uma
queda brutal. O fato é que tudo foi mostrado em gráficos: linhas de tendência,
canais, média de movimento em 200 dias", disse o chefe de operações de
vendas quantitativas na Global Equities, em Paris, David Thebault.
09-04 Europa:
Espanha anuncia corte de 10 bi em saúde e educação. Ok, a meta é reduzir o
déficit público, mas a que preço? Será iremos presenciar mais suicídios? A
missão de reduzir o déficit público em 12 meses, de 8,51% para 5,3% do PIB é
muito agressiva e vai deixar muitas viúvas ainda. Uma das estratégias, se é que
pode se chamar assim é aumentar também a arrecadação com impostos, mas com o
atual nível de desemprego fica difícil, como é que vai ser?
10-04 Europa: outro
dia amargo para o mercado europeu. Como sempre o vilão tem nome na zona do
Euro, o desses dias pode se chamar Espanha! As emissões de bônus (de qualquer
país) para financiamento da dívida é uma arma muito sensível, uma captação ruim
com yields elevadas pode fazer um belo estrago no mercado. Na Espanha, 5,97% de yield para dez anos é um absurdo!
11-04 Europa: Não
bastasse a péssima captação no leilão de títulos da Espanha, a Itália resolveu
fazer o mesmo, os custos duplicaram para o curto prazo. Temos observado uma
mudança no humor dos investidores, há alguns meses, as yields curtas estavam
menores do que as longas, ou seja, o mercado acreditava que pontualmente a zona
do euro não sentiria muito, mas estavam muito pessimistas quanto ao futuro do
bloco, até mesmo quanto ao futuro do Euro.
Parece que agora estão pessimistas
em relação a TUDO! Mesmo assim, hoje foi um dia de respiro para as principais
bolsas internacionais, uma “pequena correção técnica”.
Ásia - Fundo do poço?
Resumo dos três últimos dias:
10-04 Mais um dia de queda na Ásia. Dados comerciais da China apontam que a segunda maior economia do mundo pode apurar ligeira desaceleração. Claro que precisamos levar muito em consideração o fato de que a demanda diminuiu consideravelmente, então a China está só acompanhando o cenário externo, tirando um pouco o pé do acelerador, tanto que sinalizou aumento do superávit em março.
11-04 Que semana na Ásia! Está virando uma bola de neve isso, os investidores continuam reduzindo sua exposição ao risco devido às incertezas quanto as perspectivas de crescimento global e o ressurgimento de preocupações com a reestruturação da dívida nas economias da zona do euro. O que temos presenciado na verdade é uma verdadeira correção, ajustando os índices e os colocando nos seus devidos lugares. Os ganhos de janeiro e fevereiro estavam fora da curva, a Europa a bons meses está em recessão, não é de hoje que alguns países da zona do euro emitem títulos com yields absurdas, então por que só agora esse pessimismo?
09-04 Bolsas
asiáticas caem por fraco crescimento de emprego nos EUA. O alerta sobre a
possibilidade de desaceleração de crescimento nos EUA fez investidores
reduzirem sua exposição ao risco. Os dados de sexta-feira mostraram a criação
de 120 mil postos de trabalho nos EUA em março, o esperado era de 203 mil
postos. Mais sinal de perigo: empresas de petróleo chinesas deverão
cortar volume de processamento de óleo bruto nas principais refinarias em
abril.
10-04 Mais um dia de queda na Ásia. Dados comerciais da China apontam que a segunda maior economia do mundo pode apurar ligeira desaceleração. Claro que precisamos levar muito em consideração o fato de que a demanda diminuiu consideravelmente, então a China está só acompanhando o cenário externo, tirando um pouco o pé do acelerador, tanto que sinalizou aumento do superávit em março.
11-04 Que semana na Ásia! Está virando uma bola de neve isso, os investidores continuam reduzindo sua exposição ao risco devido às incertezas quanto as perspectivas de crescimento global e o ressurgimento de preocupações com a reestruturação da dívida nas economias da zona do euro. O que temos presenciado na verdade é uma verdadeira correção, ajustando os índices e os colocando nos seus devidos lugares. Os ganhos de janeiro e fevereiro estavam fora da curva, a Europa a bons meses está em recessão, não é de hoje que alguns países da zona do euro emitem títulos com yields absurdas, então por que só agora esse pessimismo?
Será?
INTERESSANTE: VAI DAR MERDA!!! “As exportações de petróleo à Espanha foram suspensas, afirmou Al-Alam poucas horas depois de Teerã, sob um embargo “gradual” da União Européia, ter anunciado que havia deixado de exportar petróleo também à Grécia. A Espanha é um grande consumidor de petróleo iraniano, com 160.000 barris diários, o que representou 12% de suas importações de petróleo no ano passado. O Irã cogita também um corte à Alemanha e Itália.
Ahmadinejad
INTERESSANTE: ''Garantindo'' que seu programa nuclear é pacifico, Ahmadinejad, o ditador do Irã, ''avisou'' que, mesmo após o assassinato de cientistas nucleares iranianos, vai dar continuidade ao seu programa nuclear inclusive se o mundo inteiro se opor à República Islâmica.INTERESSANTE: ''Garantindo'' que seu programa nuclear é pacifico, Ahmadinejad, o ditador do Irã, ''avisou'' que, mesmo após o assassinato de cientistas nucleares iranianos, vai dar continuidade ao seu programa nuclear inclusive se o mundo inteiro se opor à República Islâmica.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Mercados Internacionais
Ásia fecha em QUEDA
novamente!
O péssimo leilão efetuado pela Espanha continua dando o que
falar
A confiança do investidor está em baixa, ainda mais depois deles
(Espanha) dizerem que seria muito difícil cumprir as metas orçamentárias. Os
países estarem endividados não é lá muita novidade, se isso vier acompanhado de
demanda com crescimento, acaba amenizando um pouco, o problema aumenta à medida
que outras fortes economias enfrentam o mesmo problema, logo as exportações
tendem a cair, a inflação em tese também, o problema é o nível de desemprego
que vai parar nas nuvens.
Europa: Ações
européias se recuperam e fecham em alta com mineradoras (obrigado EUA). As
mineradoras foram favorecidas na medida em que os investidores recompraram
ações do setor que haviam sido vendidas em grande volume nas duas sessões
anteriores. O feriado de amanhã potencializou as ações dos players, o que
poderia acontecer em dois dias, está acontecendo em um. As fortes quedas dos
dois dias anteriores também forneceram bons pontos de compra hoje.
Resumo Ibovespa
Ibovespa: os
pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm menor nível desde 2008, ótimo sinal
de recuperação econômica; o dia pode corrigir as duas fortes quedas de
terça-feira e quarta-feira. Brasil, as vendas de auto-veículos no mercado interno
somaram 305.897 unidades, número de 20,4% acima do visto no mês anterior na
série sem ajuste sazonal. Bom indicador também.
Histórico do Dia: Nossa
bolsa abriu em alta de 0,21%. Às 11h30min já registrava 1% de alta com 1,5 bi
de volume. À tarde o volume caiu consideravelmente, já antecipando um pouco do
feriado. Próximo das 16h00min a bolsa virou e passou a operar com baixa de
0,07%, 4,3 bi de volume. Mercado fechou em alta de 0,26% com 6 bi de volume.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Resumo do Dia - Ibovespa
Mais do mesmo:
Ata do Fed e pacote Dilma ainda dão o que falar, mercado foi novamente amassado, e com o feriado de amanhã o volume será baixíssimo:
Dólar fecha praticamente estável, vai ser difícil um bom rali nos atuais níveis, a moeda encontrou forte suporte na casa dos 1,8. Moeda norte-americana teve alta de 0,05%, vendida a R$ 1, 8281.
Ata do Fed e pacote Dilma ainda dão o que falar, mercado foi novamente amassado, e com o feriado de amanhã o volume será baixíssimo:
Ibovespa abre em
queda de 0,84%, em linha com os mercados internacionais. Próximo ao meio dia o
mercado já recuava 1,20%, com um volume de 1,1 bi. Às 13h00min nosso índice
esboçava uma retomada, saindo daqueles -1,20% para -0,70% com volume de 2,7 bi.
Ameaçou ao longo da tarde uma reação, entretanto a força
vendedora foi mais forte, apesar da queda o volume foi bom. Ibovespa fechou a 63.528
pontos, -1,18%, volume de 6,6 bi.
Dólar fecha praticamente estável, vai ser difícil um bom rali nos atuais níveis, a moeda encontrou forte suporte na casa dos 1,8. Moeda norte-americana teve alta de 0,05%, vendida a R$ 1, 8281.
Yields Europeias
Alemanha vendeu 3,367 bi em títulos de 5 anos, com
yield médio de 0,800%, após 0,790% no leilão de 7 de março.
Espanha vendeu 1,127 bi em bônus de três anos, com
yield médio de 2,890%, 973 mi
em bônus de 4 anos com yield médio de 4,319% e 489 mi em bônus de oito anos
com yield médio de 5,338%.
Portugal vendeu 500 mi em títulos de 6 meses com
yield de 2,900% e 1 bi para 18 meses com yield médio de 4,537%.
Bônus
de 10 anos:
Grécia (22,01% contra 21,29%), Portugal
(11,98% contra 11,84%), Espanha (5,67% contra 5,45%), Itália (5,32% contra
5,16%), Bélgica (3,39% contra 3,36%) e França (2,94% contra 2,92%) em alta.
Irlanda (8,21%) estável.
Alemanha (1,79% contra 1,8%) em queda.
As yields de 10 anos estão absurdas, principalmente para
Grécia, Portugal e Irlanda, demonstrando o receio dos investidores quanto ao
futuro dessas economias. Mas na verdade mesmo, só a Alemanha mantém yields
baixas, Espanha, Itália, Bélgica e França estão na marca do pênalti.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Resumo Geral
Ásia havia fechado em alta, o que era um bom sinal, principalmente pelos seus motivos, China e EUA (fortes dados manufatureiros dos EUA e sinalização de recuperação da economia chinesa em alguns setores). Entretanto o lateralismo de algumas blue chips aliada ao pacote, vulgo "embrulho" da Dilma, reverteu o ânimo dos investidores, fato que o Ibovespa operou praticamente o dia inteira em queda.
Europa fecha em queda, com o aumento da dívida da Espanha pesando sobre o setor bancário. Os temores com a economia da Espanha se reacenderam depois que o país anunciou que seus níveis de dívida estão prestes a saltar neste ano para o maior nível desde pelo menos 1990.
EUA, formuladores de políticas do Federal Reserve parecem menos propensos a lançar uma nova rodada de estímulo monetário diante da melhora da economia dos EUA. (O mercado como um todo vai sentir isso). Ata do FOMC, a avaliação constata que a recuperação do emprego que ocorreu depende, para ser mantida ou ampliada, da recuperação do gasto, que não é o que vem sendo visto. Influenciadas pela ata, os contratos futuros de petróleo terminaram em queda nesta terça-feira, influenciadas pela apreciação do dólar, que foi apreciado após ata do FOMC.
Europa fecha em queda, com o aumento da dívida da Espanha pesando sobre o setor bancário. Os temores com a economia da Espanha se reacenderam depois que o país anunciou que seus níveis de dívida estão prestes a saltar neste ano para o maior nível desde pelo menos 1990.
EUA, formuladores de políticas do Federal Reserve parecem menos propensos a lançar uma nova rodada de estímulo monetário diante da melhora da economia dos EUA. (O mercado como um todo vai sentir isso). Ata do FOMC, a avaliação constata que a recuperação do emprego que ocorreu depende, para ser mantida ou ampliada, da recuperação do gasto, que não é o que vem sendo visto. Influenciadas pela ata, os contratos futuros de petróleo terminaram em queda nesta terça-feira, influenciadas pela apreciação do dólar, que foi apreciado após ata do FOMC.
Resumo do Dia - Bovespa
Bovespa, mercado abriu em alta, movido pelos fechamentos da Ásia, que refletiram os bons dados manufatureiros da economia norte-americana e na expectativa do pacote de medidas que seria anunciado às 10:00 pela Dilma. Infelizmente o pacote veio aquém do esperado, derrubando instantaneamente nosso índice.
Até as 15h00min a bolsa operava com baixíssimo volume, apenas 3,5 bi. Por volta das 16h00min o índice já caía 1,54%, com apenas 4,6 bi. Na última hora o volume deu uma melhorada mas não foi suficiente para ao menos minimizar as perdas, Ibovespa fechou com 1,32% de desvalorização, com 64.354,75 pontos, volume de 6,1 bi.
O Dólar tinha bons motivos para subir hoje, entretanto os investidores seguraram os trades após o BC sinalizar que a moeda a 1,8 era boa para a economia.
A queda foi feia hoje, o mercado devolveu praticamente tudo que conquistou ontem e a onda deve permanecer um pouco amanhã também.
Até as 15h00min a bolsa operava com baixíssimo volume, apenas 3,5 bi. Por volta das 16h00min o índice já caía 1,54%, com apenas 4,6 bi. Na última hora o volume deu uma melhorada mas não foi suficiente para ao menos minimizar as perdas, Ibovespa fechou com 1,32% de desvalorização, com 64.354,75 pontos, volume de 6,1 bi.
O Dólar tinha bons motivos para subir hoje, entretanto os investidores seguraram os trades após o BC sinalizar que a moeda a 1,8 era boa para a economia.
A queda foi feia hoje, o mercado devolveu praticamente tudo que conquistou ontem e a onda deve permanecer um pouco amanhã também.
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