Leves altas presenciadas semana passada, indicavam um sinal de que a economia estivesse melhorando, e na verdade estava, o problema é que o resgate financeiro infelizmente faz parte desse processo de melhora.
Algumas matérias trazem que "a resistência da Grécia às duras condições atreladas ao pacote de ajuda externa coibiu o otimismo das bolsas de valores...", mas na minha opinião ela está certinha. Não tem que ceder mesmo, é vergonhosa as exigências feitas pela UE e pelo FMI.
Pegue o exemplo do Irã, forçado pelos EUA e pela Europa a extinguir seu programa de armas nucleares, caso contrário, haveria um embargo global ao seu petróleo. Ah, e ai dos países que se posicionassem contra, a China, por exemplo, foi tão medrosa, que aceitou pagar quase US$ 1,00 a mais por barril de petróleo, importando-o de outras regiões, à ir em oposição aos EUA principalmente.
Que o Irã fez?
Daí em diante foi um jogo de quem teria mais a perder, o Irã prometeu não fornecer o petróleo já comprado para empresas europeias, caso o embargo entrasse em vigor. Vendo que estavam perdendo as apostas, a ameaça mudou, agora as sanções norte-americanas, têm como alvo o banco central iraniano e dão aos bancos dos EUA novos poderes para congelar ativos do governo do Irã, essas foram as últimas em uma rede de medidas internacionais cujo objetivo é obrigar o país a abandonar atividades nucleares.O problema é que a carta do Irã é muito forte, não importa o que os EUA e a UE façam, o Irã volta à mesma tecla, então eu paro de fornecer o petróleo!
"O projeto de lei foi quase finalizado. Vai obrigar o governo do Irã a cortar imediatamente as exportações de petróleo para a UE. A lei também vai proibir a importação de qualquer produto da UE", disse o parlamentar Parviz Sarvari à agência de notícias semioficial Fars.
Faça um rápido paralelo com a Grécia, quem também será prejudicado se ela der o calote? É como sempre uma questão de quem tem mais a perder!
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