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sábado, 28 de janeiro de 2012

UE, FMI, BCE e Grécia

UE refutou propostas da Alemanha para que seja criada uma comissão de orçamento da zona do euro para gerenciar diretamente as decisões tributárias e despesas da Grécia.

A frase só não é mais absurda que isso porque não foi levada adiante! Ou foi? Acho engraçado que a mesma União Europeia, dias antes, listou uma série de medidas que a Grécia deveria estabelecer antes de seu resgate.  A UE deveria estabelecer um limite de atuação para ela mesma, eu disse ontem aqui, até que ponto vale a pena ser resgatado diante de tantos constrangimentos?

Se a comissão de orçamento for criada, não só a Grécia, mas Itália, Portugal, Irlanda e Espanha também deveriam entrar.

A mesma matéria, publicada hoje, continua, dizendo que o BCE e o FMI já vêm exercendo poderes sem precedentes sobre os gastos gregos, após negociarem com Atenas medidas de austeridade e reformas econômicas como contrapartidas para o primeiro plano de resgate do país.

A Grécia deve estar mais ou menos assim: fico com a garota linda, mas insuportável ou namoro a bonitinha legal? Permaneço na UE ou não?

Ironicamente, o nome União, deveria remeter nos ao ato ou efeito de unir-se, o dicionário apresenta sinônimos bem interessantes, como, casamento ou matrimônio; no contexto, seria um grupo de países agindo em prol deles em primeiro lugar e da economia global. Haveria transparência interna e confidencialidade.
Entretanto, temos presenciado nos últimos dias simplesmente o oposto, uma exposição totalmente desnecessária e constrangedora.


Numa economia tão interligada, se um país pirar, todos os demais agirão como loucos também!

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