EUA continua impulsionando os mercados globais ao mostrar sinais, cada vez mais fortes, de sua recuperação econômica
Algumas coisas mudam, outras não...
EUA: forte alta dos gastos em construção em novembro, cerca de 1,2% (estimativa era de 0,5%)
Indústria nos EUA tem em dezembro maior alta em 6 meses
Conclusão:
Bolsas europeias fecham em alta, com destaque para Londres
Bolsas asiáticas fecham em alta
Indicadores das economias locais devem ser levados em consideração também; nesta terça feira, dados mais fortes que o esperado sobre o setor manufatureiro na China e indicadores vindos da Alemanha ajudaram nas altas dos mercados.
O mercado embora global, ainda é muito local, pois o investidor ainda é o mesmo, por trás de sistemas complexos de negociação, a ordem final de compra e venda, passa pela decisão de um ser humano. Por mais que um país apresente bons dados, se os principais países também não apresentarem, o mercado não anda como deveria. A confiança, repito, a confiança move os investidores. Por que vocês acham que as yields longas estavam maiores que as curtas na Itália? Já disse aqui, medo do futuro!
Na Ásia, o foco é voltado principalmente para a China, Índia, Japão e Hong Kong. Na Europa temos, Inglaterra, Alemanha, Espanha e Itália. Não descarto a importância dos demais países na composição dos mercados, mas devemos sim, ponderar seu peso. Esses países citados seriam como a Petro, Vale e OGX na composição do Ibovespa, tem maior influência.
A Europa verdadeiramente passa por uma recessão, mas só ela!
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