Em fevereiro, o Banco Central comprou US$ 842 milhões. No começo de março, mais US$ 256 milhões foram adquiridos pela autoridade monetária. Os números são bem expressivos é verdade, entretanto, devemos lembrar que vivemos em uma "guerra cambial", a injeção de quase R$ 9 trilhões nos mercados financeiros por parte dos BCs dos países mais desenvolvidos (Estados Unidos e Europa principalmente) nos últimos três anos, é, segundo economistas, um dos fatores que contribui para o ingresso de divisas no país, aliado ao fato de que o Brasil tem os juros reais mais elevados do mundo - gerando um retorno maior para os aplicadores.
Cada um só está olhando para o seu lado e procurando desculpas globais para tais atos. Eles criam moeda sem valor lá, nós criamos entraves aqui, ou pelo menos tentamos! Porém, o grande problema do Brasil se chama "taxa básica de juros". Com essa taxa elevada, é praticamente impossível impedir uma forte entrada de capital especulativo, comprando títulos indexados à ela, deixando de lado o mercado de renda variável e investimentos em setores primários e secundários da economia.
Mas agente chega lá, estamos engatinhando, mas uma hora chega!
Banco Central reduz taxa básica de juros para 9,75% ao ano. Fico só preocupado com a inflação, que teoricamente deverá aumentar.
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