De acordo com a presidente, as medidas causam "desvalorização artificial" das moedas, "equivalem a barreiras tarifárias" e geram bolhas e especulação.
Em parte ela até não está errada, o problema é que todo mundo valoriza ou desvaloriza artificialmente a moeda em benefício próprio, o Brasil inclusive. Ir por esse lado não é interessante. Ela também comenta sobre a massa monetária que cria bolha e especulação; bem, especulação sempre houve e sempre haverá, já é parte ativa dos mercados. Agora a bolha não é certa, é uma possibilidade, por exemplo, parte do capital injetado na economia europeia virá para os mercados emergentes, "que" devem estar preparados para receber esse excesso de liquidez como investimento não como capital especulativo, no caso do Brasil por exemplo, precisamos de uma série de reformas, e porque não dizer, barreiras, impedindo uma parte, jogando a outra para os setores primário e secundário e a terceira e mínima parte para a renda variável. Os IED são importantíssimos para nosso crescimento, mas devemos direcioná-los à nosso favor.
Agora, em detrimento de uma "possível" bolha, o que teríamos? Um default de diversos países da zona do Euro, assim como o fim de sua moeda única, criando uma série infinita de crises internacionais, onde aí sim veríamos o que é realmente uma guerra cambial e comercial.
No atual momento, dos males o menor!
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