- Tudo bem, a inflação está espalhada, mas qual a diferença? Inflação é inflação e ela está perto do teto e aparentemente o Banco Central está "confortável" com isso, vendo até onde o fim justificam os meios.
Tudo isso contribui, segundo o BC, para que a inflação mostre resistência. E diz que a situação pode não ser temporária, podendo a inflação se acomodar num patamar alto.
Apesar disso, o Comitê pondera que há incertezas sobre a situação externa e interna e, por isso, a política monetária deve ser administrada com cautela. Ou seja, a situação está ruim, ele deveria subir os juros, mas não fará isso, porque há dúvidas e ele tem de usar a política monetária com cautela. Está querendo dizer que não pode se apressar em usar esse instrumento, apesar de ele ser necessário em caso de inflação alta, espalhada, com risco de se acomodar num patamar mais alto.
A ata também diz que a projeção de inflação aumentou em relação à última reunião e se posicionou acima do centro da meta. É dizer o mínimo, porque está muito acima de 4,5% e crescendo. Nos últimos meses, as projeções feitas pelos agentes ouvidos pelo BC aumentaram muito.
Além disso, prevê geração de superávit primário de R$ 155,9 bilhões em 2013 (meta nominal) e para o ano que vem, de 3,1% do PIB. Mas eu chamaria isso de alienação. Eles não estão vendo o que está acontecendo na área fiscal, não? O governo tem dado todos os sinais de que se caminha para uma redução do superávit primário. O BC, no entanto, tem de fazer de conta que não está vendo o que todo mundo está.
Segundo o documento, o Copom considera "oportunas iniciativas no sentido de moderar concessões de subsídios por intermédio de operações de crédito".
Nas declarações anteriores, o BC dizia que a inflação estava alta, que a situação não era confortável, indicando que poderia mudar a política. Mas todo mundo sabe que a questão da taxa de juros foi politizada.
O BC se equilibra entre assuntos que foram politizados, assuntos que não quer admitir - na área fiscal, por exemplo. Enquanto isso, a inflação sobe para um patamar ruim para o BC.
Se ele não tivesse tantos constrangimentos como tem, deveria subir os juros. Mas ele fala em cautela, ou seja, os juros não devem subir no curto prazo.
Tudo isso contribui, segundo o BC, para que a inflação mostre resistência. E diz que a situação pode não ser temporária, podendo a inflação se acomodar num patamar alto.
Apesar disso, o Comitê pondera que há incertezas sobre a situação externa e interna e, por isso, a política monetária deve ser administrada com cautela. Ou seja, a situação está ruim, ele deveria subir os juros, mas não fará isso, porque há dúvidas e ele tem de usar a política monetária com cautela. Está querendo dizer que não pode se apressar em usar esse instrumento, apesar de ele ser necessário em caso de inflação alta, espalhada, com risco de se acomodar num patamar mais alto.
A ata também diz que a projeção de inflação aumentou em relação à última reunião e se posicionou acima do centro da meta. É dizer o mínimo, porque está muito acima de 4,5% e crescendo. Nos últimos meses, as projeções feitas pelos agentes ouvidos pelo BC aumentaram muito.
Além disso, prevê geração de superávit primário de R$ 155,9 bilhões em 2013 (meta nominal) e para o ano que vem, de 3,1% do PIB. Mas eu chamaria isso de alienação. Eles não estão vendo o que está acontecendo na área fiscal, não? O governo tem dado todos os sinais de que se caminha para uma redução do superávit primário. O BC, no entanto, tem de fazer de conta que não está vendo o que todo mundo está.
Segundo o documento, o Copom considera "oportunas iniciativas no sentido de moderar concessões de subsídios por intermédio de operações de crédito".
Nas declarações anteriores, o BC dizia que a inflação estava alta, que a situação não era confortável, indicando que poderia mudar a política. Mas todo mundo sabe que a questão da taxa de juros foi politizada.
O BC se equilibra entre assuntos que foram politizados, assuntos que não quer admitir - na área fiscal, por exemplo. Enquanto isso, a inflação sobe para um patamar ruim para o BC.
Se ele não tivesse tantos constrangimentos como tem, deveria subir os juros. Mas ele fala em cautela, ou seja, os juros não devem subir no curto prazo.
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