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terça-feira, 24 de abril de 2012

As incertezas do velho continente

Espanha admite estar em “momento delicado” ... ah vá !!!

No último final de semana assiste “A Dama de Ferro”, um bom filme que conta bem por alto a história de Margareth Thatcher, a primeira mulher a ser primeira-ministra do Reino Unido.

Ao liderar o governo do Reino Unido, Thatcher estava determinada a reverter o que via como o declínio nacional de seu país. Suas políticas econômicas foram centradas na desregulamentação do setor financeiro, na flexibilização do mercado de trabalho e na privatização das ineficientes empresas estatais.
Durante o seu governo conseguiu reduzir a inflação e melhorar a cotação da libra esterlina. No entanto, diminuiu a produção industrial, com o consequente incremento do desemprego, triplicado desde a sua subida ao poder. Proliferaram também as quebras de empresas e bancos.
Tudo isso deveu-se à austeridade que acompanhou a sua administração, dado que o objetivo de reduzir a inflação era prioritário.

Resguardadas as devidas proporções, o que acontece hoje com alguns países da “zona” do euro é estranhamente parecido.

A ordem é diminuir os gastos! Não importa a que preço! Muitos dirão, mas e as greves dos sindicatos e as manifestações do povo? Não importa! Mas e o índice de desemprego? Faz parte! Mas e a recessão? Será temporária! Mas e os suicídios que temos acompanhado? Para se fazer um bom omelete é necessário quebrar alguns ovos. Até exclamarão MEU DEUS!!! E a vergonha de abrirmos as pernsas para a União Europeia (Alemanha)? Já foi...

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Todos os mercados, sem excessão, estão voltando para a realidade, os ganhos exorbitantes de janeiro e fevereiro foram infundados, março ficamos de lado, em abril devolvermos tudo!

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