No último final de semana assiste “A Dama de Ferro”, um bom filme que conta bem por alto a história de Margareth Thatcher, a primeira mulher a ser primeira-ministra do Reino Unido.
Ao liderar o governo do Reino Unido, Thatcher estava determinada a reverter o que via como o declínio nacional de seu país. Suas políticas econômicas foram centradas na desregulamentação do setor financeiro, na flexibilização do mercado de trabalho e na privatização das ineficientes empresas estatais.
Durante o seu governo conseguiu reduzir a inflação e melhorar a cotação da libra esterlina. No entanto, diminuiu a produção industrial, com o consequente incremento do desemprego, triplicado desde a sua subida ao poder. Proliferaram também as quebras de empresas e bancos.
Tudo isso deveu-se à austeridade que acompanhou a sua administração, dado que o objetivo de reduzir a inflação era prioritário.
Resguardadas as devidas proporções, o que acontece hoje com alguns países da “zona” do euro é estranhamente parecido.
A ordem é diminuir os gastos! Não importa a que preço! Muitos dirão, mas e as greves dos sindicatos e as manifestações do povo? Não importa! Mas e o índice de desemprego? Faz parte! Mas e a recessão? Será temporária! Mas e os suicídios que temos acompanhado? Para se fazer um bom omelete é necessário quebrar alguns ovos. Até exclamarão MEU DEUS!!! E a vergonha de abrirmos as pernsas para a União Europeia (Alemanha)? Já foi...
.
.
.
Todos os mercados, sem excessão, estão voltando para a realidade, os ganhos exorbitantes de janeiro e fevereiro foram infundados, março ficamos de lado, em abril devolvermos tudo!
Nenhum comentário:
Postar um comentário